André Comanche queria ser paleontólogo quando pequeno, mas acabou se tornando professor e contador de histórias. Sofre de incontinência gráfica e verbal: desenha enquanto escreve e escreve enquanto desenha. Em 2018, foi finalista do 1° Prêmio Literário ABERST, na categoria Melhor Conto Policial . Atualmente, sua mente convive com diversos livros que ainda não viram a cor do mundo real. Também é fundador do projeto social Lê Gibi , que incentiva a leitura em escolas públicas através da distribuição gratuita de quadrinhos. O projeto existe desde 2013. Em 2019, lançou O dia em que minha vó me apresentou a morte de forma independente, encontrando excelente receptividade de público e crítica. Em 2020, lançou seu segundo livro, o infantil Tem um monstro na minha orelha . Ainda em 2020, foi ganhador do prêmio ALA (Academia de Letras de Aracaju) de Reconhecimento Cultural, na categoria Literatura.