Sarita é igual a todas as crianças, exceto pelo fato de que ela é cega, o que não a impede de brincar, passear e se divertir, percebendo o mundo que está à sua volta. Com seus dedinhos, ela brinca com as formas geométricas: o círculo, o quadrado, o retângulo, o triângulo... Ela pode enxergar o mundo do seu jeito e interagir com ele, fazendo trabalhos artísticos. Afinal, quando crescer, Sarita quer ser artista. Inspirada na sua amizade com Dorina Nowill, Cláudia Cotes homenageia a amiga cega e grande lutadora pela inclusão dos deficientes visuais, através da Fundação que leva o seu nome. Sarita menina é um livro com as duas escritas (tinta e braille), ilustrado com muita dedicação por Osnei.