p strong Autor de vários best-sellers, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos, Fabrício Carpinejar criou um romance de crônicas, um almanaque do comportamento dos anos 70 e 80, um resgate de hábitos extintos e substituídos pela tecnologia. /strong /p p strong Com prefácio de Ignácio de Loyola Brandão, o livro reúne 178 flashes do cotidiano que compõem uma biografia afetiva de uma geração. br / br / /strong /p p br / Em em No meu tempo, eu era melhor /em , Carpinejar recupera experiências que marcaram a infância e a juventude de quem tem mais de 40 anos: rebobinar uma fita K7 com caneta Bic, frequentar videolocadora, dividir os fones do Walkman, passar um bilhete por baixo da carteira enquanto o professor escrevia no quadro. /p p Pelas lembranças analógicas, a obra proporciona uma viagem pela intimidade das casas, pelas brincadeiras de rua, pelos primeiros namoros. Reaparecem os lençóis estendidos no varal, os álbuns no armário, as capas dos LPs e o vestido no botijão de gás. /p p Havia chiado no rádio, riscos no vinil e retratos tremidos. Essas lembranças abrem uma reflexão sobre a liberdade de viver sem exigir que tudo seja perfeito. /p p Carpinejar revisita as dificuldades de aprendizagem, o bullying e a descoberta da escrita. A mãe que acredita no menino quando a escola desiste dele reaparece, anos depois, apoiando sua estreia literária. /p p Existe também o reconhecimento das responsabilidades de estar entre duas gerações: amparar quem está começando e proteger quem envelhece. As páginas sobre a passagem do tempo e o luto assinalam o valor dos encontros enquanto ainda podem acontecer. /p p Ao passear pela sua formação, Carpinejar permite ao leitor pensar sobre o que deseja preservar na própria maneira de viver. /p p Ele convida cada um a investigar de quem sente falta ao lembrar do passado. Da turma da escola? Da família reunida? Da pessoa que era quando tinha mais tempo offline para conversar, brincar ou se entregar a um amor? /p