De forma lúcida e acessível, a autora examina as ameaças correntes à biodiversidade do planeta e às consequências ambientais e humanas de sua erosão e substituição pela produção monocultural. Ela mostra como a nova convenção sobre a biodiversidade foi gravemente solapada por uma mistura de diluição diplomática durante o processo de negociação e de interesses bi-tech do norte que estão ganhando dinheiro com as novas biotecnologias. Explica o que essas tecnologias envolvem e dá exemplos de seu impacto na prática. Questiona suas reivindicações no sentido de melhorar as espécies naturais para o bem de todos e sublinha os problemas mais éticos e ambientais implicados.